sexta-feira, 25 de maio de 2007

Um pouco mais do que estava guardado na gaveta




Réquiem

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Minha lápide será um circulo de menires

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E no centro um obelisco

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Uma estátua de amor em meio aos dolmens

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Fitando o basilisco

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Quero uma efígie da esfinge

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Nos jardins da Górgona, golens e gárgulas enfeitam as ruínas

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Enquanto as Harpias Harpistas tocam a ópera

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Do meu réquiem

3 comentários:

erika Karina disse...

você já reparou que tudo que escreve tem a palavra morte no meio?
por favor para com isso,pois essa é a palavra que mais odeio na face da terra,só quem perdeu alguem muito cedo é que sabe o peso dessa palavra,e você não vai conseguri descrever a dor dessa palavra em nenhum comto ou poesia,só em lagrimas de saudae.

Lucas de L. Dranski disse...

Érika (deve ser assim que se escreve o nome...), tudo é possível descrever na poesia, na poesia é possível até mesmo criar. Se os contos e poesias do autor do blog são funestos, é devido ao seu modo de escrever, à sua maneira de interpretar a vida e o fim..., a poesia é constantemente comparada e associada a coisas infinitas, distantes, porque ela nos dá a resposta de tudo, mas nunca conseguimos alcançá-la. Essa é a magia da poesia, libertar nossas almas para que alcancemos, talvez, o Mundo das Ideias, de Platão, ou algum outro planeta culto e musical.

Lucas de Lazari Dranski disse...

Érika (deve ser assim que se escreve o nome...), tudo é possível descrever na poesia, na poesia é possível até mesmo criar. Se os contos e poesias do autor do blog são funestos, é devido ao seu modo de escrever, à sua maneira de interpretar a vida e o fim..., a poesia é constantemente comparada e associada a coisas infinitas, distantes, porque ela nos dá a resposta de tudo, mas nunca conseguimos alcançá-la. Essa é a magia da poesia, libertar nossas almas para que alcancemos, talvez, o Mundo das Ideias, de Platão, ou algum outro planeta culto e musical.